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terça-feira, 31 de março de 2015

A “minha Igreja”.

A minha Igreja, não é um prédio; são as ruas por onde ando;
Meus irmãos, não são um grupo restrito de pessoas que dizem professar a mesma fé; são aqueles que passam por mim, precisam de mim e eu lhes estendo as mãos, assim como aqueles que me estendem suas caridosas mãos.

O culto é constante, em minha casa, trabalho, com amigos, conhecidos e familiares;
A adoração não são músicas; ela é cotidiana, no simples ato de acordar com gratidão, no amar ao próximo e me dedicar à causa do necessitado.
O meu ministério, não é algo que me de status ou reconhecimento; é, simplesmente, servir de coração aquele que necessita;
Minha missão é minha vida e o campo missionário é onde ponho meus pés;
Toda a minha teologia se resume em que Jesus veio para salvar aos pecadores.

Meu Deus é sem limites e o Evangelho é a expressão deste Deus ilimitado por minha vida, e em minha Vida.

Quando ouvi falar da Verdade, pensei que estava livre; mas quando entendi esta Verdade aí sim me tornei livre!
Livre de todos os limites que já conheci; livre das prisões mentais; livre da culpa que sentia por não ser o que esperavam que eu fosse; livre da culpa que imputam sobre os ombros de quem não vai a um culto; livre do julgo dos que vendem a mentira por verdade!
Esta liberdade não é algo que se veja ou se contemple, mas algo que traz Paz interior. Paz que excede a todo entendimento humano. Paz que só Ele traz!

Quando repensei meus limites, notei que não precisava mais deles. Foi então que decidi deixá-los e segui ‘só’, com a Liberdade que a Verdade me propôs.
Não sou um Iluminado nem diferente, apenas tive a coragem de romper com os limites que me foram impostos! Se sou radical? Talvez, mas já fui bem mais por motivos vãos!


Vinicius Freitas.

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